quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

GOVERNO DIVULGA LISTA COM RODOVIAS MAIS PERIGOSAS.

O Governo Federal divulgou uma lista com os 100 trechos mais perigosos de rodovias do Brasil. Uma ação integrada com estados e municípios deve intensificar a fiscalização nos pontos detectados pela PRF (Polícia Rodoviária Federal).

A operação faz parte do Parada – Um Pacto pela Vida, lançado pelo governo brasileiro em resposta à decisão da ONU (Organização das Nações Unidas) de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito no mundo, durante a década de 2011 a 2020.

A atuação de fiscalização integrada será empregada com a realização de blitz nas vias que servem de acesso aos trechos. Desde o início da Operação Rodovida os números de mortes diminuíram, considerando também o aumento da frota de veículos no Brasil.


A taxa de mortes em 2010/2011 foi de 13,5 para cada grupo de um milhão de veículos. Já em 2011/2012, essa taxa foi de 10,6 na mesma proporção comparativa. Na edição seguinte, a taxa atingiu 10,2 mortes para o mesmo grupo de veículos. Na série histórica, a redução é de 24,5%, mesmo com a frota saltando de 64,8 milhões de veículos, em 2010, para 81,7 milhões em 2013.


Fiscalização


O Departamento da Polícia Rodoviária Federal, órgão ligado ao Ministério da Justiça, prevê mais de 1.130 ações de fiscalização, que se concentram nos períodos de final de ano, férias e Carnaval. A PRF adquiriu 920 novos veículos por cerca de R$ 140 milhões, a maioria deles será utilizada durante a Operação Rodovida. Mais 130 radares móveis também serão empregados na operação, com um investimento de R$ 800 mil.


Os 100 trechos mais perigosos foram definidos tendo como base o índice de gravidade de todas as ocorrências que aconteceram nas rodovias federais em 2013. O índice de gravidade é baseado em estudos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da PRF, e define o custo social das ocorrências no trânsito – possui três modalidades que avaliam a gravidade dos acidentes, atribuindo uma pontuação. A ocorrência sem vítima recebe um ponto, a com feridos contabiliza cinco e a com vítima fatal chega a 25. A pontuação independe da quantidade de pessoas envolvidas no acidente e ajuda a PRF a definir os trechos mais problemáticos e concentrar as ações de fiscalização. 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Detran divulga calendário de licenciamento para 2014

 Departamento de Trânsito do Pará (Detran) publicou no Diário Oficial desta segunda-feira (23), a Portaria de nº 3426, validada pelo diretor geral, Agostinho Soares, com as datas de vencimento do licenciamento, a vigorar no próximo ano. O calendário oficial do tributo devido ao Detran é para veículos automotores, elétricos, articulados, reboques e semi reboques.

A atenção às datas do licenciamento é de grande importância para os proprietários de veículos, já que evita o acréscimo de multas por atraso no pagamento do tributo.

Abaixo, o calendário oficial com as datas para 2014:

FINAL DE PLACA
VENCIMENTO DO LICENCIAMENTO
1
01 - 31
07 de março
41 - 61
14 de março
71 – 91
21 de março
2
02 - 32
28 de março
42 - 62
04 de abril
72 – 92
11 de abril
3
03 - 33
25 de abril
43 - 63
09 de maio
73 - 93
16 de maio
4
04 - 34
23 de maio
44 - 64
30 de maio
74 – 94
06 de junho
5
05 - 35
13 de junho
45 - 65
27 de junho
75 – 95
04 de julho
6
06 - 36
11 de julho
46 - 66
18 de julho
76 - 96
01 de agosto
7
07 - 37
08 de agosto
47 - 67
22 de agosto
77 - 97
29 de agosto
8
08 - 38
12 de setembro
48 - 68
19 de setembro
78 – 98
26 de setembro
9
09 - 39
03 de outubro
49 - 69
17 de outubro
79 – 99
07 de novembro
0
00 - 30
21 de novembro
40 - 60
28 de novembro
70 - 90
05 de dezembro
                                                                                                                 
                                                                                                                           Texto: ASDECOM/DETRAN/PA 

domingo, 22 de dezembro de 2013

“Os Quatro Pilares da Educação” aplicado ao trânsito


“Os Quatro Pilares da Educação” aplicado ao trânsito
No texto “Os quatro pilares da Educação”, consta que: 

"A educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes."


Essas aprendizagens podem ser aplicadas à educação para o trânsito.

Aprender a conhecer 

- A senhora estava sem cinto de segurança, dona Maria?

- Sim, mas estava no banco de trás, os da frente estavam usando cinto.

- Se a senhora estivesse com o cinto de segurança não teria batido a sua cabeça no ombro do seu marido e ele não teria batido a cabeça no vidro. 

- Desculpa, mas eu não sabia que precisava usar o cinto de segurança no banco de trás, achava que o banco protegia.

Não resta dúvida de que precisamos de conhecimento para transitar com segurança. É necessário conhecer as leis de trânsito, os riscos, a importância de atitudes seguras, saudáveis e éticas. Aprender a conhecer consiste em ulizar a aprendizagem para a construção desses conhecimentos, bem como tornar essa construção agradável e prazerosa. É preciso “aprender a aprender” e interiorizar as informações. Os exercícios de atenção, de memória e de pensamento, praticados no contexto escolar, são imprescindíveis na educação para o trânsito. Ao aprimorarmos a capacidade de atenção e de memória das pessoas, estaremos também contribuindo para a segurança no trânsito, já que uma das principais causas da violência viária é a falta de atenção. Um segundo de desatenção no trânsito pode ser fatal. Muitas vezes a falta de atenção, a facilidade de se distrair no volante, ou mesmo transitando a pé, são hábitos que precisam ser trabalhados com mais ênfase. É fundamental aprender a observar o que nos rodeia, perceber os obstáculos no trânsito, prever e entender as atitudes dos outros que estão compartilhando conosco esse espaço, procurar sempre “ver e ser visto”. Isso faz parte da prática da direção defensiva, isso é conhecer, entender e compreender o trânsito e as pessoas que fazem parte dele.  

Aprender a fazer:

O conhecimento em trânsito exige aperfeiçoamento contínuo. A oferta de novas tecnologias e de cursos específicos nas áreas de trânsito são fundamentais para a qualificação dos profissionais atuantes na gestão, educação, legislação, engenharia, psicologia e outras funções referentes à organização e administração do trãnsito. O progresso, o aumento da frota de veículos, as dificuldades na mobilidade urbana e a violência no trânsito, exigem, a cada dia, profissionais mais qualificados para os cargos na área de trânsito. A sociedade cobra os resultados, não basta fazer, é preciso fazer com qualidade.

"Se juntarmos a estas novas exigências a busca de um compromisso pessoal do trabalhador, considerado como agente de mudança, torna-se evidente que as qualidades muito subjetivas, inatas ou adquiridas, muitas vezes denominadas “saber-ser” pelos dirigentes empresariais, se juntam ao saber e ao saber-fazer para compor a competência exigida — o que mostra bem a ligação que a educação deve manter, como aliás sublinhou a Comissão, entre os diversos aspectos da aprendizagem. Qualidades como a capacidade de comunicar, de trabalhar com os outros, de gerir e de resolver conflitos, tornam-se cada vez mais importantes. E esta tendência torna-se ainda mais forte, devido ao desenvolvimento do setor de serviços." (UNESCO, 1996, p. 84)  

Aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros 

- Não suporto encontrar com mulher dirigindo, são umas tartarugas.

- Também não gosto, outro dia quase bati na traseira de um carro dirigido por mulher. - Bem que dizem que “Mulher no volante é perigo constante”. 

- Devia ter um lugar só pra elas no trânsito.

Conforme a (UNESCO, 1996), aprender a conviver representa, atualmente, um dos maiores desafios da educação. O mundo atual tem sido muito violento. A humanidade tem uma história de conflitos, mas há elementos novos que acentuam o perigo e o potencial de autodestruição criado pelo homem no decorrer do século XX. O trânsito é um exemplo da citação acima. A violência tem sido constante nas rodovias, os veículos, criados pela humanidade, representam um perigo com potencial de autodestruição. É fundamental trabalhar a convivência pacífica desde criança. Muitas pessoas têm a tendência de supervalorizar as suas qualidades e as do grupo a que pertencem, costumam alimentar preconceitos desfavoráveis em relação aos outros, têm tendência de dar prioridade ao espírito de competição e ao sucesso individual. (UNESCO, 1996) A inversão dos valores que resulta no preconceito, na competição e no individualismo, reflete no trânsito, um ambiente social e democrático. A conseqüência desse reflexo é a violência viária. Segundo a (UNESCO, 1996), para resolver esses conflitos a educação deve utilizar dois caminhos complementares. Num primeiro plano, a descoberta progressiva do outro. Num segundo plano, e ao longo de toda a vida, a participação em projetos comuns.

"A educação tem por missão, por um lado, transmitir conhecimentos sobre a diversidade da espécie humana e, por outro, levar as pessoas a tomar consciência das semelhanças e da interdependência entre todos os seres humanos do planeta. Passando à descoberta do outro, necessariamente, pela descoberta de si mesmo..." (UNESCO, 1996)

 Só assim poderão, realmente, colocar-se no lugar dos outros e compreender as suas reações. No trânsito, a habilidade de colocar-se no lugar do outro é imprescindível, esta capacidade certamente resolveria muitos conflitos e evitaria muita violência.

 Aprender a ser 

- Que festa cara! Muito massa, bebemos todas! 

- Eu também, to doidão. Dá a chave que eu levo o carro. 

- É melhor pegar um táxi, cara. 

- Vai afrouxar agora, nem parece que é da nossa turma. 

- Tá bom, vamos nessa! 

A situação acima é comum entre os jovens e tem sido a causa de muitas mortes e feridos no trânsito. A falta de autonomia, de determinação, de ética. A educação deve contemplar corpo e alma, abrangendo a inteligência, as emoções, o sentido estético, a responsabilidade pessoal e coletiva, a espiritualidade, a ética. É preciso desenvolver nas pessoas a autonomia, a capacidade crítica e a determinação, para que possa estabelecer os seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes situações da vida. (UNESCO, 1996) 
 
"Mais do que nunca a educação parece ter, como papel essencial, conferir a todos os seres humanos a liberdade de pensamento, discernimento, sentimentos e imaginação de que necessitam para desenvolver os seus talentos e permanecerem, tanto quanto possível, donos do seu próprio destino." (UNESCO, 1996) 

Corpo é o que eu tenho e espírito é o que eu sou. Quando as pessoas que convivem no trânsito forem educadas de “corpo e alma”, a realidade será outra. No convíveo diário nas vias, são necessários cidadãos equilibrados emocionalmente, responsáveis, compreensivos, respeitosos e autônomos. Temos que educar para isso, a dimuição da violência viária será uma consequência.

Irene Rios


1. Educação para o Trânsito: O que temos com isso?  

Objetivo: Esclarecer aos ouvintes as conseqüências e as causas da violência no trânsito, alertando-os sobre a responsabilidade de cada um na prevenção dessa violência.  

Público alvo: Professores, pais, agentes e gestores de trânsito, motoristas e demais ouvintes 

 
2. Educação para o Trânsito tem que ser baseada em valores
 
Objetivo: Conscientizar os ouvinte sobre a importância da prática de valores positivos para a segurança no trânsito.  


Conteúdos abordados
- Equilíbrio emocional e trânsito 
- Respeito e trânsito;
- Responsabilidade e trânsito;
- Cooperação e trânsito;
- Solidariedade e trânsito;
- Honestidade e trânsito;
- Autonomia e trânsito;
- Vida e trânsito.  

3. Educação para o Trânsito nas Escolas
 
Objetivo: Proporcionar ferramentas aos educadores a fim de sensibilizá-los sobre a necessidade e a possibilidade de adoção de medidas preventivas, junto aos alunos, de maneira sistemática e transversal, principalmente no tocante à mudança de atitude, e com isso, contribuir para a segurança e paz no trânsito.  

Público alvo: Professores, diretores, coordenadores da rede de ensino, agentes, gestores de trânsito e demais interessados.
 
Conteúdos abordados  
- Aprendizagem e motivação;  
- Educando crianças para o trânsito;
- Educando adolescentes para o trânsito;  
- O trânsito como tema transversal nas escolas.
 
4. Campanhas Educativas para o Trânsito  

Objetivo: Orientar sobre o planejamento, desenvolvimento, aplicação e avaliação de campanhas educativas para o trânsito.
 

Conteúdos abordados  
- Comunicação e expressão e trânsito;
- Formatos de campanhas educativas para o trânsito;
- Planejamento de campanhas educativas para o trânsito;
- Desenvolvimento, aplicação e avaliação de campanha educativa para o trânsito.
 

Conteúdos abordados
- Benefícios do uso do cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo;  
- Finalidade e importância do uso do bebê conforto, da cadeirinha e do assento de elevação; - Uso correto dos equipamentos de segurança nos veículos;
- Reflexões sobre os responsáveis pelo uso dos equipamentos de segurança nos veículos.  

SIMULADOR ENTRA EM VIGOR EM 2014 E MUDANÇA ATINGIRÁ NOVOS MOTORISTAS.

Está previsto para que no início de 2014 entre em vigor em todo Brasil a obrigatoriedade de aulas em simuladores para obtenção da Permissão para Dirigir (PPD). 
Estes aparelhos procuram simular várias situações que ocorrem diariamente no trânsito de forma que, não coloque em risco o aluno aprendiz. Algo semelhante a um videogame. A simulação na prática de direção veicular será realizada em equipamentos homologados pelo Denatran, sob a fiscalização dos órgãos executivos estaduais de trânsito e do Distrito Federal. 
Carga Horária 
Segundo Sérgio Sandrin, do Centro de Formação de Condutores Formula 1, de Fernandópolis, em São Paulo, “a carga horária obrigatória para a conclusão deste curso será de cinco aulas de 30 minutos com conteúdo didático, como conceitos básicos de condução, marchas, aprendizado de circulação em avenidas, curvas, estradas, vias de tráfego, regras de segurança, congestionamento e em situações climáticas e de risco, como chuva, vento e granizo”.


Os futuros condutores só poderão utilizar o simulador após o cumprimento da carga relativa às aulas teóricas, e antes da realização do exame teórico. As aulas serão ministradas pelo instrutor de trânsito, que deverá acompanhar e supervisionar de perto cada candidato. O equipamento poderá ter o seu uso compartilhado por uma ou mais autoescolas. 
Mudanças e o Efeito no Bolso do Consumidor 
Para a implantação do simulador nas autoescolas, foi necessária alterações na Resolução Contran nº 168/2004, que institui as normas e procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e elétricos, e na Resolução Contran nº 358/2010, que trata de procedimentos de credenciamento de instituição ou entidades publicas ou privadas voltadas ao aprendizado de candidatos e condutores.


Ainda segundo Sandrin, a medida afetará diretamente no bolso de quem pretende obter a licença de habilitação. “O efeito de tudo isto o consumidor sentirá no bolso, pois se trata de aparelhagem cara e de alto custo de manutenção, ocasionando um aumento de 20% a 30% no valor do processo de habilitação”, afirma. Para quem pretende começar 2014 habilitado e sem gastar muito dinheiro a dica é procurar as autoescolas antes da chegada dos simuladores.

MINISTÉRIO DA SAÚDE SE OPÕE A EXAME PARA DETECTAR DROGAS EM MOTORISTAS.


Contran se reúne nesta quarta e pode analisar resolução que obriga teste. Pasta sustenta que não há evidências de que medida reduzirá acidentes

O Conselho Nacional do Trânsito(Contran) se reúne nesta quarta-feira (18) e deve analisar pedido feito pelo Ministério da Saúde para derrubar uma resolução que obriga motoristas de ônibus, caminhões e carretas a fazerem exames toxicológicos. Documento obtido pelo G1 mostra que a pasta não vê evidências científicas de que a medida reduzirá os acidentes de trânsito associados ao uso de drogas. A reunião começa às 9h.


No dia 5 de dezembro, foi publicada no Diário Oficial a resolução que torna obrigatório o exame para detecção do uso de drogas no momento de tirar ou renovar as habilitações das categorias C, D e E. Conforme a norma, clínicas especializadas começariam a fazer o exame a partir de junho.


O exame detecta o uso de drogas em até seis meses anteriores e identifica substâncias como crack, maconha, anfetamina e cocaína. O teste pode ser feito com um fio de cabelo, um pedaço de unha ou pele.


Para pedir a revisão da resolução, o Ministério da Saúde se baseou na notatécnica número 21/2013, elaborada pela pasta, que questiona a efetividade da medida. O documento argumenta que a causa de acidentes é o uso durante a condução de veículos, e que o exame de larga janela, como é chamado o que detecta em longos períodos anteriores à sua realização, não flagra o uso somente no momento da condução e sim em outros momentos, que não é considerado crime.


"Portanto, vincular a habilitação de motoristas à realização de exames desta natureza [...] não identifica o risco imediato do motorista profissional de dirigir sob a influência de drogas e outras substâncias psicoativas, nem proporciona medidas de intervenção imediata", justifica o documento. “Há de se restringir a detecção de eventual uso de drogas no período médio de 6 horas, caracterizando o uso e o risco imediato do condutor na via”, completa a nota.


O ministério avalia ainda que o exame feito com o fio de cabelo, "tem alta possibilidade de contaminação pelo ambiente gerando falsos positivos". A pasta defende o uso do exame de urina, que não é invasivo e permite identificar o uso recente de drogas.


Por meio de nota, o Contran informou que o pedido de revisão do Ministério da Saúde só chegou depois da resolução já publicada no Diário Oficial e, por isso, que só deve ser avaliado na reunião desta quarta-feira. A pauta não é divulgada com antecedência, mas o assunto está na pauta dos temas que estão para ser analisados em reuniões futuras.


O órgão salientou também que o texto foi aprovado com apenas um voto contrário, o do Ministério da Saúde. Também fazem parte do conselho representantes do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), e dos ministérios da Justiça, Defesa, Transportes, Educação, Ciência e Tecnologia, Meio Ambiente e Cidades.


Já o Ministério da Saúde informou por nota que o pedido de revisão foi protocolado no dia 28 de novembro, antes da publicação no Diário Oficial. A pasta justifica que o pedido tem o objetivo de discutir alternativas de teste "de forma imediata durante a fiscalização nas vias e rodovias". "Dessa forma podemos identificar que o motorista está dirigindo sob efeito de drogas", defendeu.


A pasta justificou ainda que com a periodicidade de cinco anos (prazo para renovação da habilitação), "não é possível identificar o efeito imediato da substância psicoativa associado à condução". E classificou como "alto" o custo para implementação da medida. Cada exame pode chegar a custar R$ 500.
Fonte: Globo.com